O radar espacial GRAVES situa-se em Dijon, no sul da França e foi concebido para detectar objectos em órbita que transitam por cima do território francês e partes da Europa.
A emitir na frequência de 143.050Mhz (USB), o sistema é relativamente fácil de escutar se o objecto em questão for de grandes dimensões, como por exemplo, a estação espacial (ISS) ou mesmo a Lua, em particular quando esta transita a sul do radar.
Para os caçadores de "pings" dos meteoritos, o radar tem assumido maior importância nos últimos anos em que se assiste ao desaparecimento das emissões televisivas em canais VHF de banda baixa.
Aliás, pelo que temos averiguado, o grande último sinal europeu nesta banda encontra-se precisamente em Portugal, na serra do Muro. E como sabemos, em 2012, vão carregar no botão "off".
fonte: PE1ITR
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terça-feira, 31 de maio de 2011
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Radio Meteoros

Existem, no momento, vários sistemas, oficiais e amadores, que utilizam a rádio para a detecção da entrada de meteoros e meteoritos na atmosfera. A ionização súbita causada pelo impacto violento destes corpos, que se incendeiam rápidamente, serve para reflectir de volta à Terra ondas em VHF que, normalmente, continuariam a sua viagem em direcção ao Espaço.
Aliás, é relativamente fácil conduzir a experiência, com um rádio SSB que sintonize as os canais de televisão comercial, um pouco acima da banda dos 6 metros. Em Portugal, a frequência dos 55.275mhz tem-se mostrado uma excelente fonte de sinais. Impossível de receber directamente, pode-se ouvir o característico "ping" da portadora de vídeo quando é reflectida bem longe do seu raio de alcance.
A Nasa tem online uma experiência similar, que conduz há já alguns anos, o NAVSPASUR. Utiliza um receptor Icom R-8500 sintonizado na frequencia de 217.927mhz e uma antena de 13 elementos, apontada ao céu directamente acima. Fica aqui o link para o feed, em tempo real.
CT2IWW
Fonte: Roswell Astronomy Club
Foto: W7FFT
Aliás, é relativamente fácil conduzir a experiência, com um rádio SSB que sintonize as os canais de televisão comercial, um pouco acima da banda dos 6 metros. Em Portugal, a frequência dos 55.275mhz tem-se mostrado uma excelente fonte de sinais. Impossível de receber directamente, pode-se ouvir o característico "ping" da portadora de vídeo quando é reflectida bem longe do seu raio de alcance.
A Nasa tem online uma experiência similar, que conduz há já alguns anos, o NAVSPASUR. Utiliza um receptor Icom R-8500 sintonizado na frequencia de 217.927mhz e uma antena de 13 elementos, apontada ao céu directamente acima. Fica aqui o link para o feed, em tempo real.
CT2IWW
Fonte: Roswell Astronomy Club
Foto: W7FFT
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Meteoritos
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
APRS e reflexão via meteoritos

Uma ideia que tem vindo a ganhar consistência na lista aprssig é a de enviar pequenas mensagens pelo sistema APRS, na banda dos 6 metros e via reflexão de meteoritos ( meteorscatter). O uso principal deste sistema seria o de utilizar este modo de packet em situações de emergência in extremis , quando os sistemas de comunicação existentes tradicionalmente falham.
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Packet
quarta-feira, 7 de março de 2007
Leonidas

Andrew Johnson, Austrália
Esta bonita fotografia foi capturada por Andrew Johnson, Austrália, em 19 de Novembro de 2001. Mostra os rastos ionizados resultantes de uma chuva de meteoritos (Leonids), utilizando uma exposição de 15 minutos e uma lente grande-angular.
Esta bonita fotografia foi capturada por Andrew Johnson, Austrália, em 19 de Novembro de 2001. Mostra os rastos ionizados resultantes de uma chuva de meteoritos (Leonids), utilizando uma exposição de 15 minutos e uma lente grande-angular.
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domingo, 11 de fevereiro de 2007
REFORME
Chama-se REFORME (REseau Français d'Observation Radio des MÉteores) e é um projecto encetado por F6AGR. O princípio consiste em escutar, 24 horas sobre 24 horas, uma frequência onde emita uma estação longínqua (entre 600 e 1500 quilómetros) e potente, entre 50 e 110 MHz. Quando um meteorito entra na atmosfera terrestre, o sinal reflecte-se através do seu rasto ionizado. Na estação receptora dever-se-á escutar um eco desse sinal.
Para saber mais sobre o REFORME vá a http://satellite-dijon.site.voila.fr/page8.html
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Radioastronomia
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