segunda-feira, 12 de março de 2007

SSETI prepara ESEO




O programa SSETI (Student Space Exploration and Technology Initiative) está a prepapar o lançamento do seu segundo satélite, o ESEO, previsto para Outubro de 2008. Para mais informações sobre o ESEO, consulte a página http://www.sseti.net/

FalconSat-3 lançado com sucesso

O lançamento do satélite militar FalconSat-3 decorreu sem problemas no passado dia 8 de Março. Este satélite estará à disposição para os radioamadores assim que terminar a sua missão principal.

Elementos keplerianos em http://www.celestrak.com/NORAD/elements/tle-new.txt

GO-32 de novo operacional



Segundo informações recebidas, o GO-32 está de novo operacional. As frequências são 145.890 uplink e 435.225 Downlink, 9600bps, FSK,KISS.

Mais informações sobre este satélite israelita podem ser encontradas no seguinte URL:


domingo, 11 de março de 2007

Previsão do estado do tempo para Domingo 11 de Março




Céu limpo, tornando-se muito nublado por nuvens altas ao longo da tarde.
Vento fraco (inferior a 15 km/h), soprando moderado (15 a 30 km/h) de leste no Algarve e moderado a forte (25 a 40 km/h) nas terras altas do Centro e Sul.
Acentuado arrefecimento nocturno com formação de geada.

ESTADO DO MAR
Costa Ocidental: Ondas de noroeste com 1,5 a 2 metros.
Temperatura da água do mar: 14/15ºC
Costa Sul: Ondas de sueste com 1,5 a 2 metros.
Temperatura da água do mar: 15ºC

Fonte: www.meteo.pt

Lista dos satélites lançados desde 1957

A lista é extensa e pode ser vista em http://perso.orange.fr/chronique-astronautique/list_sat.htm

Resultados das experiências GPS do AO-40

O Oscar-40, lançado em Novembro de 2000 e tornando-se precocemente inoperacional em 2003, realizou experiências no domínio da recepção dos satélites da constelação GPS. A ideia era poder obter resultados sobre a recepção de GPS a montante e a jusante da localização dos vários satélites que compõem o sistema. O receptor GPS no AO-40, apesar de ser de uma construcção antiga (1995), efectuou as experiências com algum sucesso, mesmo tratando-se de um sistema não especialmente preparado para o espaço. Os resultados dessas experiências podem ser conhecidos num documento disponibilizado pela NASA.

Clique em http://geons.gsfc.nasa.gov/library_docs/ION-GPS02-AMSAT.pdf

sábado, 10 de março de 2007

8N1EME Project Big-Dish



Com estas condições deve ser fácil realizar QSO's EME (Earth-Mars-Earth)

QSL CUTE-1

Página de Charles Simonyi



O próximo turista espacial possui indicativo de radioamador, KE7KDP. Já aqui vos tinhamos dado conta de tal facto.

Agora mostramo-vos o URL da sua página: http://www.charlesinspace.com/

Telemetria do FO-29

Os dados são de hoje.

Solar Current 1088.2 [mA]
Battery Current 59.6 [mA]
Battery Voltage 16.7 [V]
Middle Voltage 7.3 [V]
Bus Voltage 17.3 [V]
JTA Tx Power 525.9 [mW]
Structure1 Temp 20.1 [C]
Structure2 Temp 21.3 [C]
Structure3 Temp 20.5 [C]
Structure4 Temp 20.1 [C]
Battery Cell Temp 20.9 [C]

Pedro Ré em entrevista



É um dos mais conhecidos astro-fotógrafos portugueses, já com livros publicados, e deu uma entrevista aquando da sua passagem pelo Brasil.


CT2IWV no AO-51

sexta-feira, 9 de março de 2007

Tradução do contacto dos alunos de Oeiras com a ISS



O site da AMRAD publicou a tradução do comtacto dos alunos de Oeiras com a Estação Espacial Internacional. O TCP, devidamente autorizado para tal, reproduz aqui o conteúdo da publicação.


Estas são as perguntas formuladas em inglês, pelos alunos das escolas Jorge Mineiro, Manuel Vaz e Camilo Castelo Branco, seguidas das respostas empenhadas da astronauta da NASA, Sunita Williams, durante o contacto da ARISS - Europe, realizado no dia 26 de Fevereiro p.p..Muitas crianças do ensino básico (4 no total) são finalistas do 4º ano do ensino básico, partilharam esta experiência com os seus colegas finalistas do 12º ano. Sendo mais novas, elas souberam formular as perguntas, mas não tinham a experiência do domínio da língua inglesa, para poderem acompanhar as respostas fluentes de Sunita Williams.

1 - Pergunta: O meu nome é João Cardoso. Antes de qualquer missão espacial, que têm vários meses de preparação. A realidade a bordo da nave espacial é muito diferente dos testes que aqui fazem na terra? - OVER!

Resposta de Sunita Williams: Essa é uma boa pergunta. Claro que é muito diferente. Tivemos treino de micro gravidade em voo parabólico, que apenas durava 30 segundos, é muito curto, mas tivemos outro treino, em robótica espacial, e apesar de as coisas serem muito diferentes cá em cima, estes treinos prepararam-nos para o espaço. - OVER!

2 – Pergunta: O meu nome é Tiago. Não acha que é difícil estar tanto tempo fechada num espaço tão pequeno? - OVER!

Resposta de Sunita Wiliams: Tiago, a estação espacial não é assim tão pequena. Tem o tamanho de um avião de jacto comercial um 747. Dentro da estação podemos voar na gravidade de um lugar ao outro. Temos diferentes módulos habitacionais na estação e até um laboratório russo e outro americano aqui. E somos apenas três. - OVER!

3 – Pergunta: O meu nome é Joana Milão. Que tipo de comida comem no espaço? - OVER!

Resposta de Sunita Wiliams: Que tipo de comida comemos nós, creio que foi essa a tua questão Joana.Olha temos uma selecção de comida americana e uma selecção de comida russa.Temos diferentes tipos de carne, bifes, e borrego, temos vegetais, queijo, peixe, também comida indiana. É muito variada a nossa comida. Bebemos sumos, café e chá, não bebemos coca-cola nem bebidas com gás, mas temos limonadas, e comemos cereais e ovos ao pequeno-almoço. Não cozinhamos, a nossa comida já está toda feita, apenas descongelamos. - OVER!

4 – Pergunta: O meu nome é Ana Cristina. Existe algum tratamento de reciclagem da água no espaço? Se sim qual é? – OVER!

Resposta de Sunita Wiliams: Essa é uma boa pergunta. Sim. A água é reciclada para a podermos beber. Temos uma máquina que transforma a água em oxigénio e hidrogénio. – OVER!

5 – Pergunta: O meu nome é Catarina. Como conseguem manter o nível de oxigénio respirável dentro da nave? – OVER!

Resposta de Sunita Wiliams: Catarina, essa é uma boa pergunta, dispomos de diversos equipamentos americanos e russos, que podem transforma a água em oxigénio respirável, usando a electrólise. Também recebemos nas naves de transporte Progress e Soyus, suprimentos de água e de oxigénio, comida fresca, frutos e vegetais, vindos da Terra. - OVER!

6 – Pergunta: O meu nome é Miguel. Como se livram do lixo? – OVER!

Resposta de Sunita Wiliams: Quando eu respondi a Catarina, expliquei que os veículos não tripulados, nos fazem abastecimentos de equipamentos, água e alimentos, quando essas naves regressam à Terra, levam de volta os nossos desperdícios e lixos. Todo o lixo tem recipientes próprios, inclusive os dejectos humanos, que depois são atirados para o espaço e dissolvidos no próprio espaço. Esse lixo, quando faz a reentrada na atmosfera terrestre, é queimado, como se fosse incinerado. - OVER!

7 – Pergunta: O meu nome é Luís. Tem problemas em adormecer? Como conseguem distinguir o dia da noite? – OVER!

Resposta de Sunita Wiliams: Luís, ao princípio nos primeiros dois meses eu tinha dificuldade em adormecer. Demorou 2 meses a habituar-me, mas depois o corpo habitua-se. Dormimos em sacos de cama, em cabines reservadas, o meu corpo com a ausência da gravidade descansa. Dormimos durante cerca de 8 horas, com ciclos de 16 horas de dia em que estamos acordados. Conseguimos distinguir o dia da noite porque temos janelas na nave. Quando é de dia, fechamos as janelas para a nave fica mesmo às escuras. A bordo da estação espacial, regulamo-nos pela hora UTC. - OVER!

8 – Pergunta: O meu nome é Catarina Freire. Qual a língua oficial na ISS? – OVER!

Resposta de Sunita Wiliams: A língua oficial no laboratório é o inglês, mas a bordo da estação espacial, participam astronautas e cientistas de todas as partes do mundo. Falamos inglês, russo, espanhol, japonês e outras línguas, até um pouco de português, quando aqui esteve um astronauta do Brasil. - OVER!

9 – Pergunta: O meu nome é Pedro. Qual é a sensação ao verem o planeta terra do espaço? – OVER!

Resposta de Sunita Wiliams: É absolutamente incrível. Vê-se como que a terra seja um todo. O imenso azul, vê-se a formação das nuvens, os oceanos e os continentes, mas não se vêem fronteiras. Isso é o que me causa maior impressão. – OVER!

10 – Pergunta: O meu nome é Emanuel Cruz. Não acham aborrecido apenas verem estrelas, planetas e o espaço?

Resposta de Sunita Wiliams: Não, é nada aborrecido, é deslumbrante ver o nosso planeta, as estrelas e os planetas vistos do espaço, são cristalinos, por não haver atmosfera, não é nada aborrecido. – OVER!

11 – Pergunta: O meu nome é Vanessa Batista. O que sente mais falta quando se encontra aí em cima a bordo da nave espacial? – OVER!

Resposta de Sunita Wiliams: Sinto mais falta das coisas que não podemos fazer devido à falta de gravidade, como por exemplo, molhar bolachas no café, beber um café a sério, porque aqui bebemos tudo por palhinhas. E tenho muitas saudades do meu cão. – OVER!

12 – Pergunta: O meu nome é Daniel. A relação entre astronautas é estritamente profissional ou já se tornaram amigos?-OVER!

Resposta de Sunita Wiliams: Conhecemo-nos todos previamente. Passámos muito tempo juntos antes de vir-mos para o espaço, conhecemos as famílias uns dos outros. Às vezes defendemos argumentos, com firmeza, até os melhores amigos discutem, mas resolvemos sempre tudo. Pois passamos juntos no espaço por um período de seis meses. – OVER!

13 – Pergunta: O meu nome é Francisco. Quando há alguma avaria na nave como a consertam? - OVER

Resposta de Sunita Wiliams: Temos a capacidade de arranjar porque temos possibilidades de fazer passeios no espaço, usando fatos espaciais fora da nave, dispomos de peças de substituição e máquina robóticas para essas tarefas, também fomos treinados para isso. – OVER!

14 – Pergunta: O meu nome é Diogo. Durante quanto tempo podem ficar no espaço? Existe algum tempo limite em termos de missões espaciais que um astronauta possa fazer no espaço? – OVER!

Resposta de Sunita Wiliams: Essa é uma grande pergunta, o tempo médio de permanência numa missão no espaço é de seis meses. Neste momento uma das nossas missões é testar o corpo humano e verificar a manutenção de massa muscular e óssea, verificar as radiações cósmicas e solares, para melhor se avaliar quanto tempo e como se pode suportar longas permanências no espaço. O objectivo é avaliar como os humanos podem viajar no espaço para a Lua e Marte nos próximos tempos. - OVER!

15 – Pergunta: O meu nome é Pedro Mata. Quando regressam a terra vindos de uma missão, como se adaptam à gravidade? Precisam de apoio externo? Que tipo de ajuda? – OVER!

Resposta de Sunita Wiliams: Essa é uma interessante pergunta. O corpo humano vai-se acostumando dia após dia, gradualmente, e leva cerca de 188 dias a voltar à normalidade. Uma amiga disse-me quais os procedimentos a ter, respirar calmamente, por exemplo. Sente-se o ar muito pesado, temos alguns problemas, mas é com o dia a dia que nos habituamos à normalidade, da vida na Terra. - OVER!

Perguntas que não tiveram ocasião de serem colocadas:

16- João Dias Que tipo de pesquisa cientifica estão a fazer nesta missão?

17-Carolina Qual a importância do espaço no progresso técnico e cientifico?

18- Ana Sofia O que pensa sobre a possível colonização de outros planetas? O que acha da possibilidade de outros planetas poderem ser habitáveis? Será possível ou pura ficção?

Riding Rockets

Estou a ler o livro "Riding Rockets". O autor, Mike Mullane, foi astronauta em três missões do Space Shuttle, tendo sido recrutado pela NASA em 1978, proveniente da Força Aérea. É uma obra auto-biográfica, contendo uma interessante descrição da missão STS-41D (a sua 1ª missão).

Missão STS-41D

Mais uma foto do eclipse lunar



Foto de Andrew Holder

Atlas-5 lança seis satélites militares




Por Rui C.Barbosa

A Força Aérea dos Estados Unidos lançou a missão STP-1 (Space Test Program-1) às 0310:00,243UTC do dia 9 de Março a partir do Complexo de Lançamento SLC-41 do Cabo Canaveral AFS.

Um foguetão Atlas-5/401 (AV-013) transportou seis satélites militares para duas órbitas distintas localizadas a 492 km de altitude (inclinação de 46,0º) e 560 km de altitude (inclinação de 35,4º).

Na missão STP-1 está incluída a missão Orbital Express da DARPA que pretende testar os procedimentos para as operações de encontro em órbita totalmente automatizadas e que no futuro poderão ser utilizadas para reparar ou reabastecer satélites em órbita. Esta missão será localizada a uma altitude de 492 km tal como o satélite MidSTAR-1 da Academia Naval dos Estados Unidos. Este satélite pretende demonstrar a transferência de dados de um satélite através de uma ligação RF.

A 560 km de altitude serão colocados os satélites STPSat-1 (que pretende estudar a detecção de agentes químicos e biológicos, além de proceder á detecção de electrões atmosféricos e dos efeitos RF), o CFESat (que vai levar a cabo a detecção e geo-localização de sinais VHF/UHF, além de ter a capacidade de proceder à reconfiguração da sua órbita e de estudar as técnicas de mitigação SEU - Single Event Upset) e o satélite Falconsat-3 (que estudará os sistemas de controlo de atitude por micro-propulsão, irá levar a cabo uma caracterização atmosférica da ionosfera e a caracterização da turbulência de plasma no ambiente em seu redor).

Do Boletim "Em Órbita"

Tipo de Órbitas



Se quiser saber que tipo de órbitas existem, a Universidade de Iowa, EUA, inlcui no seu Project Polaris uma secção dedicada aos tipo de órbitas. Em inglês.

Visite http://www.polaris.iastate.edu/EveningStar/Unit4/unit4_sub3.htm

quinta-feira, 8 de março de 2007

QSL do Quakesat-1


Chegou hoje a minha QSL de recepção da telemetria do Quakesat-1. É uma QSL muito bonita.

Predict



É um excelente programa para seguimento de satélites que funciona em diferentes plataformas (Linux, Unix, Dos ou Sharp Zaurus PDA). Como quase todos os programas de Open-Source, é gratuito.

Visita obrigatória a http://www.qsl.net/kd2bd/predict.html

Página sobre EME



É basicamente uma página onde podemos encontrar ligações a outras páginas sobre reflexão lunar.

Em http://www.nitehawk.com/rasmit/ws1_1.html