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quinta-feira, 6 de março de 2008

segunda-feira, 3 de março de 2008

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Regras de Conduta

Neste blogue já foram descritas regras de "Boa Conduta" nas operações via satélite. Não somos polícias, mas "as boas ou más acções ficam com quem as pratica". Houve um colega que me
perguntou, em tempos, de onde tinha tirado as regras.

Transcrevo na versão original os mesmos lamentos do colega OZ1MY.

Hi all,This is a short version of an article I wrote in2000 about using FM (single channel) satellites.

The reason for using bandwidth for it is that I listened to AO-16 at the pass with AOS at 1621 UTC herefrom Copenhagen. It was awful - but unfortunatelyjust a repetition of what has been going on forthe last couple of month on other FM satellites.

I do not think anyone made a real QSO. One particular radioamateur counted 1 - 2 - 3 - 4 over most of the pass ??

Short version:

The golden rule - do not transmit if you can not hear the downlink.

Calling "CQ satellite" 3 - 4 or more times and give the call and the full locator at the same time is non-productive. It simply takes too long time. Experienced operators easily pickout new stations using a short CQ call.It is not really necessary to call CQ - just give your call.

Considerate operating practice allows a QSO to finish.

Many operators on the FM satellites do not adhere to this.

You very often find a station calling on top of a running QSO,which makes the QSO take much longer time than necessary. Often it is because the QSO takes a long time, which leads to the next "rule".

Make the QSO short when the satellite is busy. Valid QSO's just need to exchange calls and signal report. That is it.You do not need locator or operator name. If there is very little traffic OK go ahead and talk about anything - but notwhen the satellite is busy.

Here in Europe we also have the habit of asking for the full lokator.

I have tried to avoid that, but I have failed in this respect.

For a terrestrial QSO or in a contest you need the full lokator - but not for a satellite QSO.

A considerate operator will make one QSO per pass. If you are anexperienced operator, who has made a lot of contacts before -limit your contacts to new stations.

Do not use the FM satellites to elaborate on the weathersituationin your local area, when the satellite is busy.

Give priority to portable and mobile stations if they can hear the satellite.

Give DX stations (rare calls) a chance to get through.I have witnessedJW stations being "drowned" by local QSO's.

Look at your satellite tracking program in order to avoid calling stations that are out of the footprint.

If someone is really annoying - don't try to block their signal - tryto send them an e-mail especially if they are from your own country.

Also respect if people want to use their own native language. It is perfectly OK to talk Danish, German or any other language, as long as theydo not carry on for many minutes.

AND no - I do not want to be a policeman on the satellites :-)
AND please no flames.

73 OZ1MY Ib

domingo, 13 de janeiro de 2008

Apoio para portátil

K7AGE, conhecido por produzir excelentes videos para o Youtube, traz-nos uma explicação rápida sobre como construir o apoio que utiliza para o seu portátil. Esse apoio é usado num tripé e orienta uma antena Arrow.

Fácil.....

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Características das ondas electromagnéticas

Existem características particulares das ondas electromagnéticas que determinam as suas propriedades e aplicações.


As características essenciais são:

- Comprimento de onda, λ
- Frequência, f
- Amplitude
- Direcção e velocidade de propagação
- Polarização

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Algumas dicas

Já foi escrito neste blog, mas como já foi há muito tempo volto a lembrar.

1) Antes de tentar transmitir, tenha a certeza que recebe o sinal do satélite.

2) Nunca tente transmitir sem ter boa recepção, a não ser que queira ganhar o titulo de "Jacaré"(boca grande, ouvido pequeno) e a antipatia de alguns radioamadores.

3) Um Satélite não é igual a um repetidor terrestre. Exige técnica e muita paciência.

4) Os melhores resultados são obtidos com antenas direccionais. Para os satélites de baixa órbita (AO-51, SO-50, ISS) uma pequena direccional de 5 elementos para UHF será o suficiente para o downlink.Veja no blogue em (Antenas) .

5) Muitos radioamadores não possuem QSJs para um sofisticado sistema de rotores de elevação e azimute, então operam com HT e antena de mão. Devido ao seu pequeno tamanho, fica fácil fazer o direccionamento. Eu trabalho desta forma (HT + antena na mão).

6) Nos satélites LEO que trabalham no modo B ou J, em regra não se corrige o efeito doppler na banda de VHF, pois em FM, o desvio de +/-3kHz é facilmente tolerado pelo receptor do satélite ou pelo receptor do rádio.

Bons contactos.
CT2ISG

quarta-feira, 4 de abril de 2007

Mais um artigo para os iniciados

O artigo em PDF que apresentamos, escrito por John Heath G7HIA, foi publicado pela Radio Society of Great Britain na edição de Março de 2007 da revista RadCom.

Copyright 2007 Radio Society of Great Britain. For personal use only - no copying, reprinting or distribution without written permission from the RSGB (www.RSGB.org).

http://www.uk.amsat.org/images/PDF/Satellites_RadCom_mar07.pdf

terça-feira, 27 de março de 2007

Saiba que....

A órbita mais próxima da Terra é a órbita circular. Ela pode ser efectuada acima de 160 quilómetros de distância do ponto mais próximo da Terra. Habitualmente, e devido ao atrito da atmosfera que encurta o tempo de vida de um satélite, as órbitas, no seu ponto mais próximo, situam-se entre os 200 e os 500 quilómetros.

segunda-feira, 19 de março de 2007

Satélites de Amador - Apresentação da ARRL

A ARRL disponibiliza um documento em PowerPoint que fala sobre satélites de amador. Para descarregar clique AQUI.

domingo, 18 de março de 2007

"Down-to-Earth" Satellite Communications

Richard Hackney, N1ASA, escreveu um tutorial sobre operação satélite LEO com equipamentos portáteis. O artigo está muito bem escrito e, depois de o ter lido, arrisco-me a dizer que foi o melhor que já vi do género, com um pequeno senão. O autor não menciona a utilização de operação em full-duplex, o que poderá causar QRM indesejado. O acesso ao artigo pode ser efectuado clicando AQUI.

sexta-feira, 9 de março de 2007

Tipo de Órbitas



Se quiser saber que tipo de órbitas existem, a Universidade de Iowa, EUA, inlcui no seu Project Polaris uma secção dedicada aos tipo de órbitas. Em inglês.

Visite http://www.polaris.iastate.edu/EveningStar/Unit4/unit4_sub3.htm

quinta-feira, 8 de março de 2007

Saiba que...

A distância de ida e volta entre a Terra e a Lua varia entre 680.000 e 750.000 quilómetros, fazendo com que o tempo levado pela onda electromagénica a percorre-la se situe entre 2,3 a 2,5 segundos.

Sem considerar as perdas na atmosfera e na superfície da Lua, a atenuação total do sinal situar-se-á entre 220dB e 235dB, para VHF e UHF respectivamente.

segunda-feira, 5 de março de 2007

Efeito de Faraday

Uma das razões que faz com que várias passagens de um satélite, com as mesmas características (distância, azimute e elevação), possam fornecer resultados diferentes está na rotação de Faraday, ou efeito de Faraday. Esta rotação resulta do facto da ionosfera ser uma região magnetizada e ionizada, o que faz com que diferente elementos das ondas electromagnéticas viajem em direcções diferentes. Isso provoca mudanças na polarização do sinal, de acordo com o estado da ionosfera.


Para saber mais sobre este efeito, clique em http://pt.wikipedia.org/wiki/Michael_Faraday

Mais em http://www.daviddarling.info/encyclopedia/F/Faraday_rotation.html

Ondas Electromagnéticas

O ISEP disponibiliza um documento em formato PDF onde são abordadas as ondas electromagnéticas.

domingo, 25 de fevereiro de 2007

Cálculo da SNT



Artigo sobre como calcular a SNT (System Noise Temperature). Em inglês e da autoria de Ralph Wallio, W0RPK.

Em http://showcase.netins.net/web/wallio/SNT.html

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007

Power-Budget para o AO-51

Se considerarmos a distância máxima de 3000 quilómetros (satélite no horizonte) e a potência máxima de 1 watt do AO-51, o nível de energia da RF em dBm recebidos numa antena de polarização linear é determinado pelos seguintes parâmetros:

Potência de TX do satélite: +30 dBm (1W)

Perdas de coaxial: 0 dB

Ganho de antena do satélite: +2dBi

Path Loss (3000 kms): -154 dB (para a freq. de 435.300 MHz)

Perda Ionosférica: -1 dB
Nota: O valor da perda depende do ângulo de cruzamento com a atmosfera, a 5º serão 2,5 dB e a 80º serão 0,3 dB em VHF. Aqui usamos um valor fixo de -1dB.

Perda de polarização: -3 dB

Total: -126 dB (0,177 μV em 50 Ohms)

Se usarmos a convenção de 12 dB SINAD para os mínimos de sinal, com um receptor com .18μV de sensibilidade, o nível necessário para a escuta será de -122 dBm.

Com um défice de 4 dB, necessitaremos de fazer algo a nível da recepção. Não se esqueçam de fazer contas ao ganho da antena receptora e às perdas do cabo coaxial. No final, necessitarão de, pelo menos, -122 dBm.

Fonte: AMSAT Journal
Agradecimentos a CT1XI, Mariano Gonçalves, pelas observações e correcções ao artigo.


NOTA: Estas unidades referem-se a dBm, decibéis relativos a um miliwatt ( 1 mW ) de potência dissipada numa impedância resistiva de 50 ohms ( definido como o nível de referência de 0 dB ), e é calculado a partir de 10 LOG ( Pwatts/0.001 ) ou 10 LOG ( PmW ). A escala dBm é usada na descrição de amplificadores e receptores. O ganho da antena é expresso em dBi (isotrópico) e pode ser somado ou subtraído a dBm. Não podemos usar dBm e dBμV da mesma forma.